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Polícia investiga agressão registrada em vídeo em SP



Vídeo mostra adolescente de 16 anos agredindo jovem de 21 anos em Cunha. São cerca de cinco milhões de visualizações desde sexta (26).


A Polícia Civil investiga um caso de agressão envolvendo uma adolescente de 16 anos e uma jovem de 21 anos em Cunha, no interior de São Paulo. A briga foi gravada e compartilhada nas redes sociais. No Facebook, uma postagem com o vídeo tem cerca de 5 milhões de visualizações. (veja vídeo acima)
O caso aconteceu na última segunda-feira (22). Segundo a jovem Larissa de Oliveira, de 21 anos, ela havia saído de casa no fim da tarde para comprar leite quando foi abordada por cerca de cinco pessoas. Uma delas, uma adolescente de 16 anos começa uma discussão e as agressões.
“Ela me abordou saindo de casa e eu continuei porque não imaginei que ela pudesse me bater. Eu não tenho contato com ela, amizade. Não a conheço. Não tem nada que justificasse isso. Na volta, ela me abordou com outras pessoas e começou a agressão”, contou Larissa ao G1.
A confusão foi filmada por uma das testemunhas, que compartilhou o vídeo nas redes sociais. No vídeo, a agressora alega que a jovem a teria ofendido, o que motivou a agressão. A polícia detém as imagens e vai incluir no inquérito.
Após a repercussão, Larissa fez uma postagem divulgando as imagens pedindo que ajudassem a sensibilizar a polícia. “Não pode ficar impune o que essa menina fez comigo”, escreveu. A postagem tem cerca de 49 mil compartilhamentos.
“Eu fiz o boletim de ocorrência, mas ela é menor de idade e não podem fazer muito. Eu não consigo sair de casa nem para trabalhar, porque ela continua me ameaçando. Se eu ou alguém que estiver comigo agredir a menina, vamos responder por isso. Mas ela pode me coagir?”, questiona.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Paulo Sérgio Barbosa, as outras duas envolvidas na agressão foram identificadas pela polícia e serão ouvidas nos próximos dias.
“Nós encontramos essas meninas e elas vão ser ouvidas. O caso foi registrado como lesão corporal, mas queremos mudar para tortura pela humilhação a que a vítima foi exposta com o compartilhamento das imagens”, disse o delegado.




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