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Personal trainer denuncia assédio sexual nas redes sociais


Profissional recebeu mensagens obscenas no Whatsapp e divulgou o assediador no Facebook.
A personal trainer paulistana Dayane Coelho foi surpreendida por mensagens inapropriadas nesta segunda-feira, 7, no aplicativo WhatsApp. A jovem de 28 anos é professora em duas academias em São Paulo e também oferece o serviço a domicílio em casas, prédios e condomínios que possuem equipamentos necessários para atividades físicas.

Um homem de 44 anos a abordou via WhatsApp, inicialmente tentando marcar aulas de ginástica, mas ao longo da conversa mostrou segundas intenções. O indivíduo disse que pagaria um valor adicional, gostaria que ela ministrasse as aulas no condomínio e "na sala", de vestido. Ele também perguntou quanto ela pesava, sua altura e alegou que queria admirar a professora enquanto a aula acontecia. Um caso claro de assédio sexual, relatado por ela no Facebook, com prints da conversa. "Eu tenho anúncio no Google com o meu número de celular. Acho que ele me achou por lá, jogou no Facebook e viu as minhas fotos", explica Dayane. "Me senti péssima, um objeto sexual mesmo. Ele deixou claro que queria juntar 'as duas coisas'." Depois que a personal negou, o homem ainda insistiu. De acordo com Dayane, essa não é a primeira vez que ele a contatou. Em 2016, o indivíduo havia mandado uma mensagem perguntando se ela tinha horários disponíveis para sessões na parte da noite. "Eu respondi que não tinha, infelizmente. Ele disse que pagaria um valor maior para que eu o atendesse", contou. "Em seguida, o bloqueei. Hoje, ele me chamou de outro número, mas com a mesma foto. Por isso, reconheci." A personal contatou um advogado e vai abrir um boletim de ocorrência alegando assédio sexual.