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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Carona via WhatsApp: três pessoas são presas por morte de jovem


O corpo da garota de 22 anos foi encontrado nesta quinta-feira em um córrego no interior de Minas Gerais; exame aponta asfixia e estrangulamento.

Três suspeitos de envolvimento na morte da jovem de Guapiaçu foram presos em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, na madrugada desta quinta-feira (2). Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, que estava desaparecida desde quarta-feira (1), foi encontrada morta dentro de um córrego entre as cidades deFrutal e Itapagibe, em Minas Gerais. Segundo a polícia, o crime teria acontecido após a jovem programar uma viagem com carona via aplicativo WhatsApp.
Conforme a polícia, Jonathan Pereira do Prado confessou ter entrado no grupo de caronas com a intenção de roubar a jovem. Ele estava foragido de uma unidade prisional desde março deste ano. Os outros dois suspeitos, Wander Luis Cunha e Daniel Teodoro da Silva, são suspeitos pelo crime de receptação: o primeiro teria ficado com as calotas do carro, enquanto o segundo comprou o celular e outros objetos. Os três foram presos durante a madrugada, em bairros distintos de São José do Rio Preto, e já tinham passagens por roubos. Eles foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Frutal, onde seguem as investigações.
O corpo da jovem foi encontrado na tarde desta quinta-feira em um córrego no interior de Minas Gerais. A declaração de óbito aponta para morte por asfixia e estrangulamento. As investigações e prisões são resultado de um trabalho em conjunto entre equipes de investigação da segurança pública do estados de Minas Gerais e São Paulo.

Crime

Kelly estava desaparecida deste quarta-feira quando, segundo contou a família à polícia, havia deixado a cidade de São José do Rio Preto, onde residia, para viajar até a cidade de Itapagibe, em Minas Gerais, para visitar o namorado. A jovem fazia parte de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal até a cidade mineira. Na hora da viagem, a mulher desistiu e foi apenas o homem que não era conhecido de Kelly.
Segundo a polícia, o último contato da jovem feito com a família foi quando decidiu para para abastecer seu carro em um posto de combustíveis na BR-153. Depois disso eles não tiveram mais contato.
Câmeras do circuito de segurança de um pedágio do estado de Minas Gerais mostram a jovem ao volante. Já em outro registro, o homem estava dirigindo o carro. A polícia ainda não confirmou se houve violência sexual. O corpo da vítima já foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para exames.
(Com Estadão Conteúdo)

Preso por matar jovem após carona estava foragido de ‘saidinha’ 

Jonathan Pereira do Prado cumpria pena por assalto em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e não voltou após saída temporária em março.


Segundo a Polícia Civil de Frutal, em Minas Gerais, Jonathan Pereira do Prado, preso que confessou a morte da jovem Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, após uma carona combinada pelo WhatsApp, estava foragido desde março. Ele não voltou ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP), de São José do Rio Preto (SP), depois de ter direito a uma saída temporária.
Em depoimento, Jonathan, que cumpre pena por assalto, confessou ter entrado no grupo virtual com a intenção de roubar Kelly através de uma falsa carona. Ele tem passagens por estelionato, furto e receptação e já era alvo de um mandado de prisão antes do envolvimento no caso. Foram presos outros dois suspeitos, Wander Luis Cunha e Daniel Teodoro da Silva, que, de posse de bens da jovem, foram enquadrados por receptação.
Kelly estava desaparecida deste quarta-feira quando, segundo contou a família à polícia, havia deixado a cidade de São José do Rio Preto, onde residia, para viajar até a cidade de Itapagibe, em Minas Gerais, para visitar o namorado. A jovem fazia parte de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal até a cidade mineira. Na hora da viagem, a mulher desistiu e foi apenas o homem, Jonathan, que não era conhecido de Kelly.
O corpo da jovem foi encontrado na tarde desta quinta-feira em um córrego no interior de Minas Gerais. A declaração de óbito aponta para morte por asfixia e estrangulamento. O caso é tratado até o momento como latrocínio, informa a Polícia, mas o fato de Kelly ter sido encontrada sem as calças evoca a possibilidade de tentativa de estupro.

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