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Força-tarefa apura morte de servidora pública em prédio de Goiânia

Principal suspeito é o namorado dela que está foragido, segundo PCGO

A Polícia Civil montou uma força-tarefa para apurar a morte da servidora pública Giselle Evangelista, de 38 anos, cujo corpo foi encontrado na tarde de ontem, 16, no apartamento do namorado, na Vila Alpes, em Goiânia. Segundo a corporação, o principal suspeito é o companheiro dela, de 37 anos, que está foragido.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Danillo Proto, as investigações vão inicialmente ouvir depoimentos de vizinhos, familiares e possíveis testemunhas, já neste final de semana.
Ainda na tarde de sexta-feira, o carro do suspeito foi encontrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) abandonado na GO-431, na zona rural do município de Pirenópolis.
Crime
O corpo da vítima foi encontrado no imóvel do companheiro, em cima de uma cama, com um travesseiro no rosto, o que indica que a mulher tenha sido morta por asfixia. Além disso, segundo a polícia, Giselle apresentava vários hematomas pelo corpo.
Apesar dos indícios, o delegado explica que é necessário aguardar o resultado do laudo cadavérico para comprovar a real causa da morte.
À polícia, vizinhos contaram que ouviram gritos e discussões no apartamento. A força-tarefa conta com a participação de 20 policiais que fazem diligências para tentar encontrar o suspeito e esclarecer as circunstâncias do crime.
Proto informou que Giselle era funcionária do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) e era prima de um delegado especializado da Polícia Civil.