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Incêndio em acidente que matou motorista de caminhonete e feriu 13 pessoas em ônibus, em Catalão GO

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), todos os feridos foram atendidos em um hospital da cidade e já receberam alta. Causas do acidente ainda são apuradas.


Passageiros mostra o incêndio que se formou durante o acidente que matou o motorista de uma caminhonete e feriu 13 pessoas em um ônibus, no domingo (13), na BR-050, em Catalão, na região sudeste de Goiás (veja acima). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), todos os feridos foram atendidos em um hospital da cidade e já receberam alta.

“A gente perdeu chinelo, perdeu tudo. Eu cortei os pés, cortei tudo, ralei o joelho, mas, por Deus, a gente está vivo. O importante é a gente estar vivo”, disse o técnico agropecuário Tadeu Freitas, que estava dentro do ônibus.
Conforme apurou a TV Anhanguera, o ônibus saiu de Sobral, no Ceará, e ia para São Paulo. O motorista do ônibus teve fratura no tornozelo e, assim como os outros 12 passageiros, foi atendido, medicado e recebeu alta.

O motorista da caminhonete que bateu de frente com o ônibus foi identificado como Aparecido Tiago de Almeida, de 24 anos. Ele era morador de Santo Antônio do Rio Verde, município vizinho de Catalão. Ele não chegou a ser socorrido e morreu carbonizado, no local do acidente.

A PRF informou que os dois veículos bateram de frente quando passavam por Catalão, no sudeste de Goiás, e ambos ficaram destruídos pela colisão e um incêndio que surgiu após a batida. O fogo foi extinto em seguida.

Segundo a corporação, ele trafegava pela rodovia quando invadiu a pista contrária e bateu de frente com o ônibus. Ainda não há informações sobre o que levou o condutor a mudar de pista.

Inicialmente, a corporação contou que havia oito pessoas com ferimentos leves e duas em situação grave. Entre os mais machucados estava o motorista do ônibus. Nesta segunda-feira, a Santa Casa de Misericórdia de Catalão informou que atendeu 13 pessoas feridas no acidente.

Situação dos passageiros
Os passageiros foram liberados, 5h depois do acidente, para pegar o que restou da bagagem após o incêndio.

À TV Anhanguera, o gerente da companhia em Catalão disse que todos os passageiros seguiram viagem, ainda no domingo, em direção aos seus destinos, tiveram acesso à assistência médica e refeições até o fim dos traslados.

Sobre o ressarcimento de bagagens perdidas por causa do incêndio, a companhia disse à reportagem que irá encontrar um meio para que os clientes não fiquem prejudicados, mas que a obrigatoriedade do ressarcimento só existe em casos de extravio ou danos causados pela própria companhia.