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Igreja ameaça processar advogado de agressor de Bolsonaro e dizem não fomos nós que contratamos


Estadão Conteúdo (Andreza Matais) – O departamento jurídico das Testemunhas de Jeová avalia ingressar hoje (segunda-feira, 10) na Justiça contra o criminalista Zanone Oliveira Junior por ter declarado que foi contratado para defender o agressor de Jair Bolsonaro por uma pessoa ligada à igreja. Desde que ele fez a afirmação, a igreja tenta contatá-lo para pedir que diga quem da agremiação paga por seus serviços ou se retrate publicamente. A avaliação é que o advogado envolveu a imagem da igreja no episódio, ajudando a estigmatizá-la ainda mais. “Abominamos o que o agressor fez”, diz a igreja via assessoria.

Aqui não. A igreja chegou a divulgar nota pública para dizer que “Adélio Bispo de Oliveira (o agressor de Bolsonaro) e sua família não são Testemunhas de Jeová ou têm vínculos com ela” e que “lamenta” o ocorrido com o candidato.

Com a palavra. Procurado ontem (domingo, 9) pela Coluna, Zanone já não é mais tão assertivo quanto aos vínculos do contratante. “É uma pessoa que conhece o Adélio do meio evangélico, não necessariamente Testemunha de Jeová”, disse.

Aceita. O perfil de Zanone no Facebook foi alvo de críticas e ofensas. Ele diz estar acostumado, já que trabalha com casos de homicídio há duas décadas. “Nenhum acusado será julgado sem defensor. Se não for eu, outros virão”, afirma.
Aos fatos. Além de Zanone, o agressor de Bolsonaro conta com outros três advogados. O fato chamou a atenção da PF, que investiga se Adélio agiu sozinho. Desempregado, ele portava quatro celulares e um notebook de última geração. A primeira hipótese é que os defensores se apresentaram espontaneamente

O advogado entrou em contradição pois não foi a igreja que o contratou e como a esquerda esta envolvida no atentado esta facil saber 



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