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Militante que tentou assassinar Jair Bolsonaro tinha dinheiro na sua conta e cartão internacional


O militante que tentou assassinar Jair Bolsonaro estava há 10 dias hospedado em Juiz de Fora, em uma pousada. Sua origem, como se sabe, é Montes Claros, cidade que fica no norte de Minas. A Polícia Federal no momento tenta saber do criminoso o nome do mandante do assassinato do Bolsonaro. Além dele ter tido o auxílio de pelo menos mais dois homens (já presos), vídeos feitos no momento do ocorrido mostram que uma mulher também teve participação no atentado.


Além disso, foi encontrado junto com o criminoso um extrato de uma transferência feita hoje para a conta dele no valor de R$ 350 mil reais. A essa hora, a PF já rastreou a origem desse dinheiro, devido aos acessos que possui aos computadores do sistema bancário.


Ao que tudo indica, Jair Bolsonaro está desmontando a estrutura das organizações de esquerda antes mesmo das eleições. E pode levar boa parte delas para a cadeia, dependendo das ramificações desse atentado. Afinal, não é qualquer grupo político que pode dispor de 350 mil Reais cash hoje em dia. *Maurício Alves*

Os Advogados de honorários caros afirma que ele tinha 3500 mil na conta proveniente a acerto da tia dele de trabalho alegado isso no conexão repórter do Cabrini do SBT mas não falam de jeito nenhum quem contratou eles e o advogado de acordo com seu perfil nas redes sociais é um adorador do Lula e das ideologias de esquerda na real uma história cheia de fatos que possam ser revelados pela PF .








Agressor de Bolsonaro alugou quarto duas semanas antes de atacar presidenciável

Adelio Oliveira se hospedou no centro de Juiz de Fora; família abandona casa em Montes Claros

JUIZ DE FORA E MONTES CLAROS (MG) - Uma casa de dois andares, com grades de ferro, no centro de Juiz de Fora (MG). Este foi o local escolhido pelo pedreiro Adelio Bispo de Oliveira, agressor confesso do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), para se hospedar no último mês na cidade. Ele mora em Montes Claros, a 677 km de distância de Juiz de Fora. O agressor foi transferido na manhã deste sábado, 8, para um presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

Segundo um dos donos da pensão, Oliveira chegou ao local há duas semanas e pagou adiantado por um mês de estadia. Na época, a notícia de que Bolsonaro iria visitar a cidade em setembro já circulava entre os apoiadores do candidato. 

Reservado, o pedreiro pouco falou com os demais hóspedes da pensão. Pagou R$ 400 à vista, em dinheiro, e ficou em um quarto particular na pensão modesta. Há outros 14 quartos na casa, que também conta com um prédio anexo. Na padaria da esquina, ele foi visto uma única vez para comprar pão.

Logo após o crime, a Polícia Federal foi até o local e recolheu os pertences de Oliveira, inclusive celulares e um notebook. O quarto onde ele esteve está trancado desde então. Na delegacia, ele disse que cometeu o crime “a mando de Deus” e “por motivos pessoais”, os quais a maioria das pessoas não entenderia. 

Com medo de algum tipo represália, parentes do pedreiro deixaram a casa onde moram no bairro Maracanã, em Montes Claros. Vizinhos disseram que eles se transferiram para uma comunidade rural próxima, para evitar o assédio de estranhos. Uma das sobrinhas de Oliveira teve de desativar sua conta no Facebook, depois que apareceu como sendo parente do pedreiro. O jornal Estado de Minas publicou na quinta-feira, 6, que a família estava amedrontada e sem entender os motivos para a agressão ao candidato do PSL.

“Ele era na dele, não falava muito sobre a vida. Disse que já foi morador de rua e que precisava trabalhar. Ficou comigo por uns quatro meses e depois pediu para sair”, afirmou ao Estado o dono de uma lanchonete em Montes Claros onde Oliveira trabalhou. 

O pedreiro foi filiado ao PSOL de Uberaba de 2007 a 2014, quando pediu para sair da sigla. O PSOL considerava Oliveira um “militante de base” – expressão que, conforme o partido, significa que o filiado não participava das decisões tomadas pela legenda no município. O PSOL disse que, por se tratar de militante sem posto na agremiação, não é possível informar de que forma ele participava da vida partidária. /COLABOROU LEONARDO AUGUSTO, ESPECIAL PARA O ESTADO
 
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