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Policiais militares são presos suspeitos de integrar grupo de extermínio, em Goiás

Segundo MP-GO, PMs atuavam em Caldas Novas, Santo Antônio do Descoberto e Alto Paraíso; são cumpridos 5 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão.


Uma força-tarefa do Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) e da Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira (18), 5 policiais militares - um tenente coronel, um cabo, um subtenente e dois sargentos - suspeitos de integrar um grupo de extermínio, em Goiás. De acordo com o MP-GO, PMs atuavam em Caldas Novas, Santo Antônio do Descoberto e Alto Paraíso de Goiás. Em nota, a Polícia Militar de Goiás informou que, por meio da Corregedoria da PM, "está acompanhando todo desdobramento da 'Operação Circo da Morte'". Disse ainda que "todas as providências legais, pertinentes à Corporação, já estão sendo adotadas, e que o Comando Geral da PMGO designou uma equipe de Oficiais corregedores para atuar e acompanhar, em conjunto com o Ministério Público e Polícia Federal, o cumprimento dos mandados de prisão". A Operação, denominada de “Circo da Morte” foi deflagrada na madrugada desta terça-feira. A ação cumpriu 5 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão, todos eles em Caldas Novas, na região sul de Goiás. A corporação não divulgou o nome dos alvos da investigação. O objetivo da força-farefa, segundo o MP-GO, é combater um grupo de extermínio compostos por policiais militares. Para cumprir os mandados trabalham 5 promotores, 3 delegados e agentes da Polícia Federal.

TENENTE-CORONEL BELELLI É PRESO EM OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL QUE INVESTIGA GRUPOS DE EXTERMÍNIO EM GOIÁS  

O tenente-coronel Carlos Eduardo Belelli é um dos presos na Operação Circo da Morte, deflagrada pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) e a Polícia Federal (PF) na madrugada desta terça-feria (18) em Caldas Novas, a 160 quilômetros de Goiânia. A informação foi confirmada pela Globo News. O militar até concorreu ao cargo de deputado estadual pelo Partido da República (PR) neste ano, mas não foi eleito. Os detidos estão sendo encaminhados à sede da PF em Brasília.

Segundo informações da Polícia Federal (PF), os cinco militares que foram presos são suspeitos de integrarem um grupo de extermínio em Goiás. Segundo a corporação, os principais casos investigados são as mortes de Douglas Carvalho da Silva, de 27 anos, e de Carlos Soares dos Prazeres Junior, de 18 anos, ocorridas em março de 2017, em Caldas Novas, após uma troca de tiros com militares.

Também está sendo apurado as mortes de Darlei Carvalho da Silva, de 31 anos, e da sua namorada, Dallyla Fernanda Martins da Silva, de 21 anos, também ocorridas em março de 2017. Segundo as investigações à época, os dois foram sequestrados dentro de casa por homens encapuzados que se diziam policiais, em Santo Antônio do Descoberto. A operação visa investigar se esses confrontos eram forjados pelos policiais e se havia algum recebimento para essas mortes. A PF afirma que outros crimes também estão sendo analisados para saber se há relações com o grupo de extermínio.

Além do tenente, também foram cumpridos mandados de prisão temporária em desfavor de um cabo, um subtenente e dois sargentos. Oito mandados de busca e apreensão também foram cumpridos. Os policiais detidos eram locados em Caldas Novas, Santo Antônio do Descoberto e Alto Paraíso de Goiás.

O Mais Goiás entrou em contato com a Polícia Militar (PM) que, por meio de nota, disse que a Corregedoria da PM goiana está acompanhando todo desdobramento da operação. “Ressaltamos que todas as providências legais, pertinentes à Corporação, já estão sendo adotadas, e que o Comando Geral da PMGO designou uma equipe de Oficiais corregedores para atuar e acompanhar, em conjunto com o Ministério Público e Polícia Federal, o cumprimento dos mandados de prisão”, diz o texto.

Vida Política


O tenente coronel Belelli se candidatou para deputado estadual no pleito de 2018. Apesar de não ser eleito, ele foi o mais votado em Caldas Novas e fez dobradinha com Magda Mofatto (PR), que acabou sendo eleita para deputada federal. Em uma rede social, Balelli publicava enquetes nas quais se colocava como possível candidato à Prefeitura da cidade.



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